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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MEDICINA: Mulher com útero transplantado tem bebê saudável nos Estados Unidos

(Foto: Baylor University Medical Center via Associated Press)


Pela primeira vez nos Estados Unidos, uma mulher com útero transplantado deu à luz, disseram funcionários do hospital Baylor University Medical Center, em Dallas, nos Estados Unidos.

O nascimento do bebê saudável, cuja data de nascimento, sexo e peso não foi divulgado, foi confirmado por Craig Civale, porta-voz do hospital.

A mulher que deu à luz pediu para não ser identificada.

A norte-americana recebeu o útero de uma enfermeira de 36 anos, que já tinha tido dois filhos.

O hospital Baylor possui um programa de transplante de útero e, até hoje, dez transplantes foram realizados no entanto, apenas cinco foram completados com sucesso e, em um deles, a gravidez foi possível.

Enquanto o nascimento de um bebê saudável por uma mulher com útero transplantado foi o primeiro nos Estados Unidos; na Suécia, vários partos já foram realizados após transplante do órgão.

À revista 'Time', Liza Johannesson, cirurgiã que fazia parte da equipe na Suécia, disse que cirurgiões veteranos estavam chorando quando a criança nasceu.
Médicos envolvidos no transplante dos Estados Unidos farão uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (4).

Doação e procedimento
No total, o procedimento tem 10 horas de duração: leva cinco horas para remover um útero saudável e outras cinco horas para colocá-lo em uma mulher que de outra forma não poderia engravidar.

Quando uma mulher tem um útero transplantado, a fertilização in vitro é a única maneira de engravidar porque os ovários não estão conectados ao útero transplantado.

O primeiro nascimento após o transplante de útero ocorreu em setembro de 2014. Uma mulher de 35 anos recebeu o útero de uma mulher de 61.

FONTE:/g1.globo.com

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Estudantes de medicina são alvos de falsos corretores

Nos primeiros dias da semana duas empresas e seis estudantes prestaram queixas na Polícia Civil.




Estudantes brasileiros que pretendem cursar uma universidade no Paraguai estão sendo alvos de falsos locadores de imóveis que atuam na região de Foz do Iguaçu. Nos primeiros dias da semana duas empresas e seis estudantes prestaram queixas na Delegacia da Polícia Civil.

“Os casos registrados devem servir de alerta aos imobiliaristas e aos responsáveis pelos setores de locação de imóvel das empresas. Não se libera a chave do imóvel à terceiros sem que uma pessoa responsável pela imobiliária acompanhe a visita”, disse o vice-presidente do Secovi-PR, Jilson José Pereira.

No caso de apartamentos para locação o caso é mais grave e o assunto já fora alertado pela Policia Militar que indivíduos estranhos estaria agindo em Foz do Iguaçu. “Visita em apartamentos, em unidades condominiais, somente com uma pessoa autorizada pela imobiliária e com conhecimento da portaria. O risco de um acontecimento trágico é muito grande se não respeitarmos as normas internas de cada unidade condominial”, frisou Carlos Moro, presidente do Conselho de Síndicos do Secovi-PR, Regional Cataratas.

FONTE: foz.portaldacidade.com

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), marca data do primeiro exame para recém-formados

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) aplicará, já em 2017, um Exame anual aos recém-formados em Medicina. A resolução nº 100/2017, aprovada em Sessão Plenária no dia 26 de outubro, entrou em vigor no mesmo dia.
Seguindo o modelo do Exame do conselho de São Paulo (Cremesp), a avaliação do Cremego será composta por um teste cognitivo, abrangendo as áreas essenciais da Medicina, “com ênfase nos conteúdos básicos considerados imprescindíveis ao bom exercício profissional”, disse a entidade em nota.

A primeira edição da prova no estado de Goiás está marcada para o dia 16 de dezembro de 2017, das 8h às 12h, na sede do Cremego. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas exclusivamente pela internet, no site do Cremego, de 13 de novembro a 8 de dezembro, tendo a confirmação enviada por e-mail até o dia 13 de dezembro.

Poderão realizar o Exame todos os acadêmicos em Medicina, do sexto ano ou do 12º período do curso, que estejam cursando faculdades autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC) em qualquer Estado da Federação, além de médicos formados nos anos de 2016 e 2017, devidamente registrados no Cremego.

A exemplo do Cremesp, o conselho de medicina de Goiás passa a pressionar para que a prova passe a ser obrigatória, a exemplo da avaliação realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A campanha pela obrigatoriedade está em fase de coleta de assinaturas para para, depois, ser encaminhada ao Congresso Nacional na forma de projeto de lei.

A prova a ser aplicada em Goiás será composta de 120 questões de múltipla escolha, contendo as áreas de Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Saúde Pública, Epidemiologia, Saúde Mental, Bioética e Ciências Básicas.

FONTE: jornalopcao.com.br

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Denúncia de brasileiros contra a universidade de aquino (UDABOL) em Santa Cruz de la Sierra na Bolívia

Denúncia de brasileiros contra a universidade de aquino (UDABOL) em Santa Cruz de la Sierra na Bolívia.

De acordo com os brasileiros a universidade Udabol promete aproveitar (convalidar) matérias de cursos feitos no Brasil, porém, após a conclusão do curso a universidade Udabol diz que não aproveitou(convalidou) essas matérias, fazendo com que os estudantes façam as matérias aproveitadas ou convalidadas para conseguir pegar toda a documentação.



FONTE: bnnoticias.com

terça-feira, 11 de julho de 2017

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cremego(conselho regional de medicina do estado de Goiás) deve adotar exame para médicos recém-formados ainda em 2017

Informação é do próprio presidente do órgão, Leonardo Reis. Intenção é criar uma maneira de fazer com que faculdades identifiquem deficiências e melhorem ensino 



Em entrevista recente ao Jornal Opção, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), Leonardo Reis, adiantou que o órgão pretende adotar, ainda neste ano, um exame de aptidão para médicos recém-formados, a exemplo do que já ocorre em outras categorias profissionais.

“Sim, o Cremego vi começar a fazer uma prova de egressos, ainda esse ano. Já foi aprovado e estamos avaliando a melhor forma”, explica o médico à reportagem.

A possibilidade de criação do exame no Estado é antiga e segue exemplo do Conselho Regional de Medicina de São Paulo. A intenção é criar uma maneira de fazer com que as faculdades identifiquem as deficiências e melhorem a qualidade do ensino, uma vez que os resultados são divulgados.

Vale destacar, entretanto, que, caso implantada pelo Cremego, a prova não se torna pré-requisito para exercer a profissão. Neste caso, o exame seria obrigatório para quem quiser se inscrever no conselho, mas não é necessário ter passado de fato para exercer a medicina.

Para o atual presidente do Cremego, o processo pode contribuir para que o aprendizado nas novas escolas de medicina sejam aprimorado. “Hoje, infelizmente, temos muitos cursos com aparelho deficiente e sem nenhuma estrutura”, endossa Leonardo Reis.

FONTE: jornalopcao.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Mais da metade dos médicos formados em SP são reprovados em exame do CREMESP

Mais da metade dos médicos formados em SP são reprovados em exame

08/02/2017  10h30 - 


Quase seis em cada dez médicos formados no Estado de São Paulo estão entrando no mercado de trabalho sem conhecimentos básicos de situações que envolvem o cuidado do paciente. Por exemplo: 80% não souberam interpretar uma radiografia e erraram o tratamento de paciente idoso.

É o que aponta os resultados do exame do Cremesp 2016, divulgados nesta quarta (8) pelo conselho médico paulista. O Cremesp realiza o "provão" desde 2005.

Os dados mostram que o índice de reprovação no ano passado cresceu em relação à prova de 2015 (56,4% contra 48,1%), mas, se mantêm na média em relação à série histórica da avaliação.

"Com exceção do exame de 2015, nos últimos dez anos o índice de reprovação ficou acima de 50%. É preciso que as escolas médicas promovam melhorias nos métodos de ensino e imprimam mais rigor em seus sistemas de avaliação", diz Bráulio Luna Filho, diretor do Cremesp e coordenador do exame.

Para a aprovação, o Cremesp exige que os alunos acertem mais de 60% das 120 questões da prova. Só 43,6% dos 1.166 participantes atingiram essa pontuação.

Exame do Cremesp - Mais da metade dos médicos de SP foi reprovada na avaliação

"LEMBRANDO QUE NO EXAME REALIZADO PELO CREMESP NÃO TEM PROVA PRÁTICA!"

ÁREAS PROBLEMÁTICAS

Sete das nove áreas que abrangem a prova tiveram resultados insatisfatórios. As médias mais baixas foram em saúde pública/epidemiologia (49,1), pediatria (53,3) e obstetrícia (54,7). Segundo os resultados, 71% dos recém-formados não acertaram diagnóstico e tratamento para hipoglicemia de recém-nascido, problema comum nos bebês.

domingo, 13 de novembro de 2016

MEDICINA: Fraudes em vestibulares e no Enem para provas de Medicina? Valores de R$ 150 mil no mínimo por vaga? No Brasil?



OPERAÇÃO foi realizada na quinta-feira (10). Três pessoas foram detidas em Goiânia 

Esquema de fraudes em vestibulares de medicina da instituição localizada em Mineiros, no sudoeste goiano. Segundo a Polícia Civil, as vagas para entrar no curso eram comercializadas por até R$ 150 mil, o que pode ter gerado um lucro de R$ 9 milhões.

"Havia diversas formas de atuação, entretanto, a organização era muito profissional. Havia os aliciadores, as pessoas que atuavam diretamente dentro da administração da faculdade e pessoas que faziam o recebimento do dinheiro", destaca.

Sobre a forma como o valor das vagas era definido, o delegado explicou que isso dependia do poder aquisitivo do interessado. "O critério é ‘me dá o que você tem’. Ou seja, a ânsia era vender a vaga. Quem podia pagar mais, cobravam mais. Quem podia pagar menos, cobravam menos. Aceitavam diversos valores e veículos na negociação”, pontua.

“Surgiram boatos a respeito da possibilidade de venda na faculdade de medicina. A Polícia Civil, então, iniciou uma investigação e conseguiu localizar uma das pessoas que em tese teria comprado. Ele disse que negociou, identificou as pessoas que venderam a vaga para ele, mas que não foi matriculado".

De acordo com a corporação, três vestibulares foram fraudados. Com isso, cerca de 200 alunos se beneficiaram do esquema. Para o delegado, os processos seletivos não passavam de uma simulação.
“O vestibular acabava sendo uma simulação porque quem tinha capacidade não entrava porque as vagas eram vendidas”, aponta o delegado.

Os detidos devem ser indiciados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e estelionato. A corporação também investiga quais alunos foram beneficiados pelo esquema. Os estudantes também podem responder por estelionato.

Em outra operação, Uma jovem de 21 anos saiu de uma prova de vestibular para entrar em uma faculdade de Medicina direto para a delegacia. Ela foi flagrada com um ponto eletrônico, neste domingo (23), quando realizava o exame no Colégio Arnaldo, na Zona Sul de Belo Horizonte.

A prova, realizada das 13h às 18h, era de seleção para o curso de Medicina da Fagoc (Faculdade Governador Ozanam Coelho), sediada em Ubá, na Zona da Mata. A jovem, no entanto, natural de Belo Horizonte, decidiu usar um ponto eletrônico para se sobressair aos concorrentes.

ENEM: PF diz que quadrilha tinha gabarito de prova do Enem antes do exame. Segundo a PF, antes do exame de sábado (5), bandidos já estavam com as respostas para prova mais importante para quem quer cursar medicina.

Quadrilha é presa em flagrante em Minas Gerais fraudando o Enem. Repórter Eduardo Faustini acompanhou as investigações da fraude. Candidatos recebiam a resposta por um aparelho praticamente invisível. “A quadrilha cobrava entre 150 e 180 mil, a depender da universidade que o candidato pretendia ingressar”, diz um delegado da Polícia Federal.

Segundo as investigações, o grupo transmitia as respostas para candidatos em três cidades em Minas, incluindo Montes Claros, mais uma cidade na Bahia e uma no Ceará. As respostas eram passadas por celular, mas o esquema era sofisticado. Um ponto ficava bem dentro do ouvido e só podia ser colocado ou retirado com pinça.

FONTE: G1, FANTÁSTICO, FOLHA.COM

terça-feira, 20 de setembro de 2016

MAIS MÉDICOS: Governo quer ampliar a participação de médicos brasileiros formados no exterior e reajusta salários do Mais Médicos para R$ 11.520



Ministério da Saúde também quer reforçar a participação de profissionais brasileiros no programa, com a abertura, até abril de 2017, de duas mil vagas para médicos do País.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, informou, nesta terça-feira (20), que a bolsa dos profissionais que atuam no programa Mais Médicos será reajustada em 9% a partir do ano que vem. O repasse, que era de R$ 10.570 por médico, será alterado para R$ 11.520. 

Foi acordado também aumento no auxílio moradia e alimentação pagos a todos os profissionais do Mais Médicos alocados em áreas indígenas. O reajuste de 10% – de R$ 2.500 para R$ 2.750 – já está em vigor desde agosto. 

Barros também anunciou que o convênio de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que garante a atuação de médicos cubanos no País, foi renovado por mais três anos. A meta é, nesse período, ampliar a participação de brasileiros com a oferta de quatro mil vagas atualmente preenchidas pelo acordo internacional. 

“Há, de fato, uma grande aprovação do programa em todo o País, e agora estamos trabalhando na formação de novos médicos para que eles possam, aos poucos, ocupar as vagas. A prioridade desta gestão são os médicos brasileiros. Nossa meta nos próximos três anos é oferecer a médicos brasileiros cerca de 4 mil vagas ocupadas por médicos da cooperação”, destacou o ministro Ricardo Barros.

Reposição de profissionais

Também ficou definido que os profissionais cooperados que completarem o período de atuação de três anos serão substituídos, inclusive aqueles que encerrariam as atividades entre julho e outubro, mas tiveram sua participação prorrogada em decorrência do período eleitoral e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Segundo o cronograma, a reposição de cerca de 4 mil profissionais cooperados acontecerá até o final deste ano. As demais substituições serão feitas em 2017.

Ficou acertada ainda a possibilidade de prorrogação da permanência dos médicos cooperados que tenham se casado formalmente (ou reconhecido união estável) no Brasil. Os representantes de Cuba se comprometeram a entrar em contato com os profissionais para informar como será o processo para regularizar a situação por mais três anos no programa. 

Prioridade

Um dos compromissos da atual gestão do Ministério da Saúde é fortalecer a participação dos médicos brasileiros no Programa. A previsão é que, entre dezembro de 2016 e abril de 2017, cerca de duas mil vagas de cooperados sejam oferecidas em editais a profissionais brasileiros. 

Nova regra adotada nos editais também busca ampliar a participação de médicos brasileiros formados no exterior. A partir de agora, poderão ingressar no programa profissionais graduados em medicina independente do País. Antes, só podiam participar médicos de localidades com proporção de profissionais superior à do Brasil – 1,8 médicos/mil habitantes.

No edital de reposição em curso, sem essa regra, 86% dos 561 médicos brasileiros formados no exterior que concorrem a uma vaga poderiam ter sua inscrição invalidada. Entre os dias 29 e 30 de setembro, os candidatos devem fazer a seleção dos municípios. Foram abertas 274 vagas remanescentes da segunda chamada dos médicos com CRM do Brasil.

As vagas desocupadas por médicos brasileiros e de outras nacionalidades são preenchidas por meio de editais de reposição periódicos. Já foram lançados e encerrados outros quatro editais de reposição desde 2015, nos quais de 70% a 100% das vagas foram ocupadas por brasileiros com registro no País.

Já no caso dos médicos cubanos, a reposição dos profissionais é operacionalizada diretamente pela OPAS. Em torno de 1,2 mil médicos cooperados chegaram ao Brasil em agosto para reposições de rotina, sendo que todos devem estar em atividade até o final deste mês de setembro.

Intercambistas 

A renovação do Programa foi viabilizada pela aprovação da lei que prorrogou o período de atuação dos médicos intercambistas por mais três anos. 

O Programa

Criado em 2013, o Mais Médicos ampliou a assistência na Atenção Básica levando médicos às regiões com carência de profissionais. O programa conta com 18.240 médicos em 4.058 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), levando assistência para cerca de 63 milhões de pessoas.

A iniciativa prevê ainda ações voltadas à infraestrutura, como o financiamento de construções, ampliações e reformas de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Já as medidas relativas à expansão e reestruturação da formação médica no País preveem a criação, até 2017, de 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

segunda-feira, 11 de julho de 2016

FENAM: NOTA OFICIAL DA FENAM SOBRE O EXAME PARA ESTUDANTES DE MEDICINA DO BRASIL

FENAM (FEDERAÇÃO NACIONAL DO MÉDICOS)



A FENAM leva à sociedade, à categoria médica e aos estudantes de medicina a sua posição contrária ao exame seriado, exame de ordem ou qualquer outra avaliação assemelhada com foco punitivo no estudante pelas seguintes razões:

1) As universidades tem autonomia para titular os seus formados, devendo o foco de qualquer avaliação ser dirigida para as faculdades, avaliação do conteúdo ministrado e qualidade de ensino. Quem tem que aprovar ou reprovar os alunos são as faculdades de acordo com as competências atinentes aos formandos médicos;

2) Os Conselhos Regionais de Medicina já tem atribuição de punir ou mesmo cassar os médicos por imperícia no exercício profissional , além das questões referentes à imprudência e negligência;

3) A FENAM entende que o melhor modelo é um teste de progresso para avaliação do aprendizado e dos conteúdos ministrados, avaliação do corpo docente, fiscalização da infraestrutura, para que haja o aperfeiçoamento contínuo do ensino nas faculdades de medicina. A comprovação de deficiência será causa de advertência, suspensão de novas vagas ou fechamento da faculdade;

4) A realização de exames para os estudantes com possíveis reprovações provocará o surgimento de cursinhos preparatórios, que em vez de evitar favorecerão a abertura de novas faculdades sem compromisso com a qualidade do ensino. Em vez da melhora do ensino teremos então a possibilidade de sua piora, com o aparecimento de bacharéis em medicina sem possibilidade do exercício profissional. Haverá a transformação da educação médica numa fraude, com frustração para pais e estudantes, enganados pelos que autorizaram faculdades a funcionar sem as devidas condições;

5) O que menos precisamos agora são cartórios ou agências que se proponham a realizar funções que são das faculdades, que através de provas e exames continuados tem a obrigação de avaliarem devidamente seus alunos e concederem ou não sua aprovação.

Fonte: FEDERAÇÃO NACIONAL DO MÉDICOS 

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terça-feira, 5 de julho de 2016

MEDICINA: Governo quer Nova Avaliação de Estudantes de Medicina(Lenda, Piada ou Mito)

Alvo de polêmica, a proposta de uma nova avaliação nacional dos estudantes de medicina, anunciada para ocorrer ainda em agosto, será agora substituída por um novo modelo.



Pelo modelo anunciado em abril pelo então ministro da Educação Aloizio Mercadante, alunos que não tivessem bom desempenho na prova aplicada no 6º ano não poderiam receber o diploma ou seguir para a residência médica. Teriam, assim, que refazer a avaliação. “É um exame de condições mínimas para se formar”, disse Mercadante na época.

Prevista como uma das ações interligadas ao programa Mais Médicos, que prevê a expansão das vagas de medicina, a nova avaliação visa verificar o conhecimento dos estudantes no 2º, 4º e 6º ano de medicina. É na prova deste último ano que está um dos principais impasses.

A mudança, em estudo pelo Inep, instituto do Ministério da Educação, ocorre em meio a críticas de parte das entidades médicas, que temiam que a avaliação tivesse caráter “punitivo” ao aluno.

Para Otto Baptista, da Fenam (Federação Nacional dos Médicos), entidade que se posicionou contrária à medida, no entanto, o impedimento poderia levar ao exercício “clandestino” da medicina.

“É injusto o aluno ser penalizado. Se ele não está passando na prova, não é ele o problema. A formação dele que é ruim. Estão tirando o foco das faculdades”, diz Baptista, para quem o problema ocorre com a expansão “indiscriminada” de escolas de medicina.

NOVO MODELO

Em meio ao debate, a portaria que instituiu o exame deve ser revogada e o modelo será revisto, afirmou à Folha a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Ela nega, porém, que a pressão de entidades tenha provocado a mudança.

Entre as alterações já confirmadas estão a separação entre a prova dos estudantes e o Revalida, exame obrigatório para médicos formados no exterior que desejam revalidar o diploma no Brasil. Antes, a ideia era que os dois ocorressem na mesma data.

A nota do exame também não deve ser um “critério” para a residência médica, mas uma “referência de qualidade”, afirma Fini, questionada sobre o projeto em estudo. Também não haverá “caráter punitivo”, ressalta ela.

“Não será nada que possa constranger os alunos e os cursos a que eles pertencem. Não há perspectiva de punição nem mesmo de reter o aluno na instituição”, diz. “Nossa ideia é que o faltoso ou quem foi muito mal tenha outra chance depois. Mas nada disso está definitivo.” De acordo com a presidente do Inep, a previsão é que a nova portaria seja finalizada até o fim deste mês e que os primeiros testes ocorram ainda neste ano.
FONTE: FOLHA.COM

OPINIÃO

Por que NÃO pode ser realizada a prova dos Estudantes Nacionais no mesmo dia que a prova do REVALIDA? 

Mesmo REPROVADO o estudante irá poder trabalhar como Médico normalmente? Colocando a população em risco?

Não será nada que possa constranger os Alunos e os Cursos a que eles pertencem? Como assim?

O fato de ser Aprovado em um vestibular de Medicina no Brasil já assegura que o indivíduo já é MÉDICO?

A PROVA não pode ser de caráter Punitivo para o Reprovado? Para que realizar uma prova e gastar dinheiro público?

Bom... muito difícil conseguir entender a MENTE brilhante que quer realizar uma prova que não terá serventia para nada. 

Acredito que seria mais justo realizar uma única prova no mesmo dia para todos estudantes de medicina do Brasil e para quem tem diplomas estrangeiros e queiram trabalhar no país. Quem for reprovado não poderá trabalhar como médico até conseguir aprovar, simples!

Teríamos assim um parâmetro para essa avaliação, principalmente depois das provas realizadas pelo CREMESP em São Paulo onde estão localizadas as melhores Universidades de Medicina do Brasil e no qual foram reprovados a maioria dos estudantes de medicina. Imagina-se que quando ampliar essa prova para todo o país o resultado seria vergonhoso, como na prova realizada pelo CREMERO em Rondônia onde o resultado foi assustador, somente 13,4% dos estudantes do sexto ano de medicina foram aprovados e estariam aptos a trabalhar como médicos.

Acredito que seria esse o motivo para não querer uma prova ÚNICA e realizada no mesmo dia para todos, A REPROVAÇÃO EM MASSA seria assustador quando fossem avaliadas todas as universidades do país. Enfim, uma piada o governo anunciar uma avaliação de estudantes de medicina em Abril e já propor mudanças em julho. Essa avaliação não passa de um MITO, uma mentira, uma lenda, uma piada de mal gosto, e lembrando ainda que não terá "caráter punitivo pra ninguém". 

quinta-feira, 23 de junho de 2016

INFORMAÇÃO SOBRE A PUBLICAÇÃO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DAS NOVAS REGRAS DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS ESTRANGEIROS


Resposta enviada ao nosso Email pelo INEP órgão responsável pelo REVALIDA: 

Ainda não tem previsão para o Revalida 2016.
Até o presente momento, não há modificações em relação ao Revalida.

Atenciosamente, Equipe Revalida


Resposta do Ministério da Educação enviada ao nosso Email:

As novas regras são para todos os diplomas de graduações estrangeiras, no caso de diplomas médicos estrangeiros acreditamos que não ocorrerá mudanças no processo de revalidação, já que a grande maioria das universidades federais aderiram ao REVALIDA, e o mesmo é realizado pelo INEP.
Somente as universidades federais que não aderiram ao REVALIDA serão submetidas as novas regras. 

Assessoria de Comunicação Social

Segue o link com as novas regras de Revalidação de diplomas estrangeiros:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=23/06/2016&jornal=1&pagina=9&totalArquivos=56

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Conselho Federal de Medicina apresenta reivindicações a ministros do Governo



O Conselho Federal de Medicina (CFM) participou de importantes reuniões com os ministros da Saúde, Ricardo Barros, e da Educação, Mendonça Filho, na terça-feira (22), em Brasília. Foram os primeiros encontros com os dois representantes do Poder Executivo, desde a posse do Governo do presidente Michel Temer. Nas reuniões, de caráter institucional, que contou com a presença do presidente Carlos Vital, foram discutidos temas de interesse para a medicina, o ensino e a oferta de assistência em regiões de difícil provimento.

Dos encontros, também participaram o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), Naiara Balderrama, e o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS). Nos dois Ministérios, os ministros estavam acompanhados de seus secretários e assessores diretos, com o objetivo de ouvir as reivindicações das entidades médicas e avaliar possíveis deliberações em decorrência.

MEDICINA: Conselho Federal de Medicina Define Critérios para realização de Parto Cesariano


É ético o médico atender à vontade da gestante de realizar parto cesariano, garantida a autonomia do profissional, da paciente e a segurança do binômio materno fetal. É o que afirma o Conselho Federal de Medicina (CFM) na Resolução 2144/2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU) neste dia 22 de junho. A norma, que está em vigor desde sua publicação, define critérios para cesariana a pedido da paciente no Brasil e estabelece que, nas situações de risco habitual e para garantir a segurança do feto, somente poderá ser realizada a partir da 39ª semana de gestação.

“Essa Resolução produz efeitos imediatos. Procedimentos que tenham sido agendados em desconformidade com a nova regra deverão ser remarcados para se adequarem, afim de garantir a segurança do bebê”, explica o diretor tesoureiro do CFM e coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia, José Hiran Gallo.

“A autonomia da paciente é um princípio relevante e foi um dos norteadores do CFM para a elaboração dessa norma, que considerou também outros parâmetros bioéticos, como a justiça, a beneficência e a não maleficência. Para que o parto cesariano por conveniência da paciente seja aceito, é mister que ela esteja bem informada e tenha sido orientada previamente para compreender as implicações de sua decisão”, explica o conselheiro José Hiran Gallo, relator da Resolução CFM nº 2144/2016.

Nas primeiras consultas de pré-natal, o CFM orienta que médico e paciente discutam de forma exaustiva sobre benefícios e riscos tanto do parto vaginal quanto da cesariana, bem como sobre o direito de escolha da via de parto pela gestante. Para o pediatra e 2º secretário do CFM, Sidnei Ferreira, “a escolha do tipo de parto como decisão conjunta médico/gestante é bem-vinda, devendo ser respeitado o desejo da mulher. Entretanto, não se pode perder de vista que o mais importante é preservar a saúde e a vida da mãe e do concepto”.

Para realização de parto cesariano a pedido, passa a ser obrigatória a elaboração de um termo de consentimento livre e esclarecido pelo médico para que seja registrada a decisão da parturiente. O documento deve ser escrito em linguagem de fácil compreensão, respeitando as características socioculturais da gestante e o médico deve esclarecê-la e orientá-la tanto sobre a cesariana quanto sobre o parto normal.

“A paciente, quando devidamente esclarecida, decide com o médico as suas opções de tratamento. O fulcro é a harmonização entre o princípio da autonomia do paciente e a do médico, que deve se basear na melhor evidência científica, sendo que o foco é garantir a segurança fetal e materna”, ressalta Gallo.

Gestação a termo é marco seguro
O CFM adotou o marco de 39 semanas por ser o período em que se inicia a gestação a termo. Redefinida em 2013 a partir de estudos analisados pelo Defining "Term" Pregnancy Workgroup, organizado pelo Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG), este é o período que vai de 39 semanas a 40 semanas e 6 dias. Antes dessa recomendação, bebês que nasciam entre a 37ª e a 42ª semana eram considerados maduros. No entanto, pesquisas apontaram a incidência recorrente de problemas específicos em grupos de neonatos com idade gestacional inferior a 39 semanas.

De acordo com a ACOG, bebês que nascem antes do tempo têm maior possibilidade de apresentar problemas respiratórios, como a síndrome do desconforto respiratório; dificuldades para manter a temperatura corporal e para se alimentar. Além disso, têm tendência a registrar altos níveis de bilirrubina, o que pode causar icterícia e, em casos severos, gerar danos cerebrais; assim como problemas de visão e audição.

Entre 37 e 39 semanas, o bebê atravessa uma fase crítica de desenvolvimento do cérebro, dos pulmões e do fígado, alerta o Instituto Nacional (norte-americano) de Saúde da Criança e Desenvolvimento Humano (NICHD), outra fonte de análise para elaboração da Resolução aprovada pelo CFM. O Instituto afirma que “poucas semanas fazem uma grande diferença”.

“Quando não há indicação médica que justifique a antecipação do parto, é primordial respeitar o prazo de 39 semanas para realização de cesariana a pedido da gestante. Um dos reflexos dessa norma será a redução de casos de recém-nascidos com dificuldades de adaptação à vida extrauterina e, consequentemente, a redução das taxas de internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal”, aponta o pediatra e corregedor do CFM, José Fernando Maia Vinagre.

A idade gestacional do nascimento é um marco importante na análise de dados epidemiológicos sobre morbidade e mortalidade perinatal e, apesar da crescente demanda por leitos de UTI Neonatal, 86 foram fechados no país somente no primeiro trimestre de 2016, de acordo com dados do Departamento do Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS).

Parto cesáreo deve ter indicadores
“Os esforços devem se concentrar em garantir que cesáreas sejam feitas nos casos em que são necessárias, em vez de buscar atingir uma taxa específica de cesáreas”, afirma a Organização Mundial de Saúde (OMS) em relatório publicado, em 2015, sobre a revisão das taxas de cesáreas.

Segundo o Ministério da Saúde, “considerando as características da nossa população, que apresenta entre outros distintivos um elevado número de operações cesarianas anteriores, a taxa de referência ajustada para a população brasileira gerada a partir do instrumento desenvolvido para este fim pela OMS estaria entre 25%-30%”.

As taxas de cesárea no Brasil, apesar de ajustadas, são estimativas – visto que não há um sistema de classificação nacional. Considerando o cenário global, a OMS afirma que também “não existe uma classificação de cesáreas aceita internacionalmente que permita comparar, de forma relevante e útil, as taxas de cesáreas em diferentes hospitais, cidades ou regiões”.

“Há que se ressaltar que a cesariana salva vidas. Em diversos casos, é uma indicação médica que visa garantir a segurança tanto do bebê quanto da parturiente. Ter indicadores partos é de extrema importância, mas é necessário definir padrões e a Classificação de Robson, recomendada pela OMS, é o método adequado para o Brasil implantar”, explica o coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia, José Hiran Gallo.

A Classificação de Robson, apresentada em 2001 pelo médico Michael Robson, reúne as gestantes em 10 grupos conforme suas características obstétricas como, por exemplo, nulíparas (que nunca teve filhos) com feto único em apresentação pélvica e multíparas (que já teve mais de um filho) sem cesárea anterior com feto único, cefálico, ≥ 37 semanas e em trabalho de parto espontâneo. As características de definição dos grupos são informações colhidas rotineiramente nos hospitais, o que viabiliza a implantação do sistema, a tabulação e a comparação dos dados.

Além de recomendar a Classificação de Robson “como instrumento padrão em todo o mundo para avaliar, monitorar e comparar taxas de cesáreas ao longo do tempo em um mesmo hospital e entre diferentes hospitais”, a OMS informou que irá construir “um manual sobre como usar, implementar e interpretar a classificação de Robson, que incluirá a padronização de todos os termos e definições”.

FONTE: CFM

terça-feira, 21 de junho de 2016

Conselho determina: cesárea só a partir da 39ª semana de gestação

Resolução vale para os casos em que não há risco para mãe ou bebê.
‘Cada dia intrautero significa 3 dias a menos de UTI neonatal’, diz médica



Por uma decisão do Conselho Federal de Medicina anunciada nesta segunda-feira (20), as mulheres só vão poder agendar uma cesária a partir da 39ª semana de gravidez.

É uma regra para ser seguida nos hospitais públicos e privados. Agora, não havendo situação de risco para a mãe nem para o bebê, a determinação do Conselho é que a cesárea agendada seja feita a partir da 39ª semana de gestação. Antes, podia a partir da 37ª.

A mudança desta segunda (20) segue a padrões que já são adotados em outros países desde 2013.

Duas semanas a mais podem parecer pouco, mas fazem uma grande diferença, segundo a obstetra.
“Cada dia intrautero significa para nós três dias a menos de UTI neonatal. E as nossas UTIs neonatais estão lotadas dos bebês acima de dois quilos e meio, que são aqueles acima das 37 semanas, e não tem espaço para o real prematuro que precisa nascer”, explica Rita Sanchez, coordenadora do Hospital Albert Einstein.

Os médicos dizem que o bebê com 37 semanas já está formado, mas a reta final é muito importante para o desenvolvimento do cérebro, do fígado e dos pulmões.

“Na 39ª, eles estão não só formados, mas maduros”, afirma Adriana Scavuzzi, conselheira federal.

Segundo o Conselho Federal de Medicina, bebês que nascem antes desse período têm mais chance de ter problemas respiratórios, dificuldades para manter a temperatura corporal e se alimentar.

As cesáreas já são 55,6% dos partos do país e, entre as mães que têm mais de 12 anos de escolaridade, o número de cesáreas é ainda maior: 8 em cada 10 bebês nascem assim.

A mulher continua tendo autonomia para decidir que parto que ter, mas agora se preferir cesárea, terá que assinar um termo de consentimento junto com seu médico.

O presidente do Conselho Federal de Medicina diz que a medida não deve mudar o número alto de cesárias no país.

“Não é uma resolução para trabalhar nesse sentido. Essa resolução se destina a segurança do feto na realização da cesária à pedido da mulher”, diz Carlos Vital Corrêa Lima.

FONTE: CFM, G1

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Novo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em entrevista coletiva onde apresentou uma lista de “11 prioridades”



Em entrevista coletiva, Barros apresentou uma lista de “11 prioridades” a serem enfrentadas durante os próximos meses à frente da pasta. Na maior parte dos pontos, o ministro diz que ainda terá de conversar com técnicos e representantes de diversos setores antes de detalhar as linhas de ação.
Um dos pontos da lista é “fortalecer a participação de brasileiros no programa Mais Médicos”, mas o ministro não detalhou de que forma isso deve acontecer. Segundo ele, as regras principais do programa serão preservadas e “aprimoradas”.
Barros afirmou que vai manter a prorrogação de contratos de profissionais estrangeiros até 2018 – medida anunciada por Dilma Rousseff em 29 de abril.
Confira a lista de 11 prioridades elencadas por Ricardo Barros
1) Melhorar a gestão e o financiamento da saúde
2) Aperfeiçoar os sistemas de informação do SUS para que sejam integrados em todo o território nacional
3) Priorizar a interlocução com os médicos, as entidades de classe, os servidores e as áreas relacionadas.
4) Garantir a manutenção e a ampliação da mobilização de combate ao Aedes aegypti
5) Reforçar os compromissos assumidos com as entidades olímpicas, com o estado do Rio de Janeiro e com a capital fluminense, responsáveis pela execução das Olimpíadas.
6) Fortalecer a participação de brasileiros no Mais Médicos
7) Superar as barreiras para implementar de imediato o funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das ambulâncias e de equipamentos comprados e não instalados
8) Fortalecer o Complexo Industrial da Saúde, compatibilizando a atuação das agências reguladores, ANS e Anvisa
9) Ampliar e atualizar os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas
10) Oferecer qualificação permanente aos mais de 4 milhões profissionais de saúde que colaboram com as ações do SUS
11) Fortalecer as ações de promoção à saúde e à prevenção de doenças
VEJA ALGUMAS RESPOSTAS DO MINISTRO DA SAÚDE SOBRE O PROGRAMA MAIS MÉDICOS E "PÍLULA DO CÂNCER".
MAIS MÉDICOS:
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que vai utilizar os técnicos do ministério para preencher a lacuna de sua formação, que não é na área da saúde.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que o Mais Médicos será mantido, com política de incentivo para a participação de médicos brasileiros no programa.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que não haverá discriminação na chamada para médicos de outros países, e sim um incentivo aos médicos com diplomas brasileiros.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirma que não haverá alteração na prorrogação de contratos do Mais Médicos já feitos no governo Dilma.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirma que o programa Mais Médicos será aprimorado e, nas próximas chamadas, serão priorizados médicos brasileiros.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que, em relação ao programa Mais Médicos, o governo vai privilegiar a participação de médicos brasileiros. Ele afirma que o programa tem sido bem recebido pela população.

Pílula do câncer:


O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que vai aguardar resultado de pesquisas para regulamentar a lei. Ele diz não ter opinião técnica sobre a eficácia da pílula.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que irá negociar com o Congresso sobre a lei que autoriza a pílula do câncer, e diz que na pior das hipóteses ela terá efeito placebo. "A fé move montanhas".

Sobre a "pílula do câncer", o ministro da Saúde, Ricardo Barros, diz que a Anvisa está tomando todas as providências para que isso não cause mal à população.

FONTE: G1, GLOBONEWS, FOLHA.COM

sábado, 2 de abril de 2016

MEDICINA: Alunos de medicina fazem manifestação no Paraguai

Dezenas de ex-alunos, formados em medicina em uma universidade de Cidade do Leste, no Paraguai, realizaram um protesto hoje.



Segundo os representantes da manifestação das três primeiras turmas do curso de medicina, já finalizadas, nenhuma teria recebido o documento de conclusão.

 Um dos ex-alunos defendeu a tese exigida para o curso em abril de 2015, mas até agora, ainda não conseguiu o certificado de conclusão.

80% dos alunos são brasileiros em busca do sonhado curso de medicina e a escolha se dá, em especial, pelo custo, ser bem mais em conta do que uma universidade no Brasil.

A média de mensalidade em gira em torno de R$ 1.200 no Paraguai, já no Brasil, uma estimativa é de que a mesma graduação tenha um custo mensal de R$ 5 mil. A universidade apenas afirmou que o prazo para a entrega dos diplomas ainda está dentro do estipulado.

Os diplomas da primeira turma que terminou em 2015 foram entregues no MEC em outubro. O prazo para que cheguem aos estudantes é de cinco meses a um ano, a demora se deve, pois, alguns alunos vieram transferidos da Bolívia, no entanto os estudantes rebatem a informação e mostram documentos onde o prazo estipulado é de seis meses.

Colaboração: Monica Nasser / Rede Massa
FONTE: massanews.com